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segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
EMPINAR PIPA PODE CAUSAR ACIDENTES...
Queridos amigos, estamos chegando numa época que a garotada adora, as Férias, nesta época as crianças e até adultos adoram soltar pipas, muitas vezes em locais inadequados causando transtornos e prejuísos para todos , principalmente para as concessionárias de energia que nesta época detectam um aumento nas interrupções de energia causado por pipas na rede elétrica, segue abaixo um texto publicado no blog: http://sardinhainnaldo.blogspot.com
Segundo a Coelba, de janeiro a junho deste ano foram registradas 219 interrupções no abastecimento de energia na Bahia, sendo 109 só em Salvador. O mês de junho representou 30% das ocorrências provocadas por pipas enroscadas nos fios de alta tensão.
* Nunca use fios metálicos nem papel laminado para confeccionar a pipa. Eles são condutores de energia e podem causar choques fatais.
* Caso a pipa fique presa nos fios elétricos, não tente retirá-la.
* Evite as linhas metalizadas, pois elas conduzem energia e aumentam o perigo de choques.
*Não jogue objetos na rede de energia elétrica, como arames, correntes e cabos de aço.
*Não utilize cerol, ele pode cortar a fiação e até mesmo causar acidentes com motociclistas e ciclistas.
Estatisticas extraidas nos sites das concessionárias de energia.
AMPLA - dezembro de 2010
Somente entre janeiro e novembro de 2010, foram 7.710 interrupções de energia causadas por estes objetos lançados na rede elétrica.
Energisa - junho de 2011
CPFL - julho de 2010
Segundo a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), as pipas e balões – também muito comuns nesta época do ano – são responsáveis por 20% das interrupções de energia.
Em julho de 2010, houve 1354 desligamentos causados por pipas, na região de Ribeirão Preto. Na região de Franca, foram registrados 53 acidentes nas redes elétricas provocados por balões e pipas.
Muitas pipas ficam enroscadas nos fios e continuam provocando interrupções nos meses seguintes, já que a linha, enrolada nos cabos elétricos, se torna condutora de energia quando chove.
CEMIG - junho de 2010
Em 2009, 440 mil consumidores na região metropolitana de Belo Horizonte foram prejudicados por papagaios presos nas linhas de distribuição. Registraram-se 1.997 interrupções no fornecimento de energia provocadas por papagaios, representando 4% do total. Quase dois terços dos desligamentos (1.251) ocorreram exatamente durante o inverno, entre os meses de junho e setembro, atingindo mais de 280 mil consumidores. De janeiro a junho deste ano, já foram contabilizadas mais 700 ocorrências e, como consequência, cerca de 180 mil consumidores ficaram sem energia.
Elektro - agosto 2007
Durante as férias escolares, as incidências de interrupção de energia elétrica causadas por pipas aumentam significativamente. Durante as férias escolares, as incidências de interrupção de energia elétrica causadas por pipas aumentam significativamente. Somente nos meses de janeiro e julho deste ano, foram registrados 810 casos de interrupção de energia causados por pipas na área de concessão da Elektro, contra 401 nos demais meses do ano.
Mais de 416 mil clientes foram prejudicados pelas interrupções de energia elétrica causadas por pipas na área de concessão da Elektro. Entre as cidades com maiores incidências de casos estão Francisco Morato, com 128 desligamentos; Franco da Rocha, 96; Limeira, 68; Guarujá, 54; Rio Claro, 45; e Tatuí, 40.
CELPA -julho 2009
Para se ter uma idéia da gravidade do problema, números da Celpa mostram que, em julho, as incidências de interrupções no fornecimento provocado por pipas são maiores onde há grande concentração de pessoas, o que aumenta em média 47% o número de interrupções, contra o aumento de 27% no mês de junho.
Em junho/2008, a Celpa registrou 476 ocorrências de interrupções causadas por pipas de um total de 1.351 (27%).
E no mês de julho/2008, considerado o período mais crítico, a CELPA registrou 880 ocorrências, de um total de 1.909 (46%).
Neste ano de 2009 já foram registradas 403 interrupções causadas por pipas, dentre as quais 125 aconteceram no mês de junho.
FONTE: Rivânia Nascimento, TRIBUNA DA BAHIA.
Empinar pipa é uma brincadeira antiga que ganha cada vez mais a preferência de crianças e adultos. porém a falta de cuidados na hora da diversão pode provocar sérios acidentes, colocando em risco a vida da criançada e causando prejuízos à rede elétrica.
Segundo a Coelba, de janeiro a junho deste ano foram registradas 219 interrupções no abastecimento de energia na Bahia, sendo 109 só em Salvador. O mês de junho representou 30% das ocorrências provocadas por pipas enroscadas nos fios de alta tensão.De acordo com a Coelba, o aumento é atribuído às férias escolares. É nesse período que a pipa deixa de ser uma brincadeira e vira um prejuízo.Ao lado do Aeroclube, na Boca do Rio, é possível ver crianças atravessando a pista correndo atrás das pipas (arraias) que circulam livremente no céu.
No entanto, além do perigo de serem atropeladas, existe o risco de enroscar a pipa na rede elétrica. A criança pode levar um choque se a pipa entrar em contato com o fio de alta tensão ou na hora de tentar pegá-la.
Nesse caso, há também riscos de acidentes para os ciclistas e motoristas que passam no local, devido à utilização da linha com cerol - substância altamente cortante, feita com cola e vidro moído, para suspensão da pipa, também utilizado para cortar pipas dos adversários, durante a disputa.
A linha pode cortar o fio e causar curto-circuito, provocando a interrupção do fornecimento de energia, e, quando o fio não é cortado, a linha fica presa, sujando a rede elétrica.
O bairro da Boca do Rio (Aeroclube) é uma das regiões mais afetadas pelas pipas, segundo a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba).
PERIGO – A brincadeira com pipas pode ter consequências muito ruins quando não são tomadas as devidas precauções. O estudante Anderson Magalhães, 19 anos, é um exemplo disso. Aos 12 anos, empinava pipa na laje de casa quando escorregou. Ao tentar se segurar para não cair, acabou ferindo gravemente as mãos, culminando na amputação de um dos dedos.
Pensando em evitar acidentes com essa gravidade, a dona de casa Marina dos Santos, 53 anos, adotou algumas medidas de prevenção em casa. Ela mandou construir um batente na laje para impedir que os dois filhos adolescentes se distraiam com a brincadeira e caiam da laje.
Especialistas na área de segurança elétrica recomendam que, ao prestar socorro a alguém que tenha sofrido um grande choque elétrico, deve-se separar a vítima do condutor de energia usando objetos de borracha ou madeira, evitando os de metal ou que estejam molhados.
E vale ressaltar que o simples ato de tentar puxar uma pipa presa aos fios da rede elétrica pode provocar uma violenta descarga elétrica, capaz de levar à morte.
Embora empinar pipa encante pequenos e adultos, é preciso tomar algumas medidas preventivas para que a diversão não se transforme em perigo com consequências mais graves.
PREVENÇÃO.
* Escolha lugares abertos e espaços livres, como praias, campos de futebol, praças e parques.
* Não solte pipas em dias de chuva ou vento muito forte.* Escolha lugares abertos e espaços livres, como praias, campos de futebol, praças e parques.
* Nunca use fios metálicos nem papel laminado para confeccionar a pipa. Eles são condutores de energia e podem causar choques fatais.
* Caso a pipa fique presa nos fios elétricos, não tente retirá-la.
* Evite as linhas metalizadas, pois elas conduzem energia e aumentam o perigo de choques.
*Não jogue objetos na rede de energia elétrica, como arames, correntes e cabos de aço.
*Não utilize cerol, ele pode cortar a fiação e até mesmo causar acidentes com motociclistas e ciclistas.
Estatisticas extraidas nos sites das concessionárias de energia.
AMPLA - dezembro de 2010
Somente entre janeiro e novembro de 2010, foram 7.710 interrupções de energia causadas por estes objetos lançados na rede elétrica.
Energisa - junho de 2011
Só neste ano, foram registradas 128 ocorrências de interrupção de energia, devido a objetos presos nas linhas de distribuição na área coberta pela Energisa no Estado. Deste total, 42 (33%) ocasionados por pipa ou papagaio. Já em Muriaé, foram 10 registros, 20% de toda ocorrência da Energisa MG, causados por interferências de pipas ou papagaios nas redes.
Segundo a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), as pipas e balões – também muito comuns nesta época do ano – são responsáveis por 20% das interrupções de energia.
Em julho de 2010, houve 1354 desligamentos causados por pipas, na região de Ribeirão Preto. Na região de Franca, foram registrados 53 acidentes nas redes elétricas provocados por balões e pipas.
Muitas pipas ficam enroscadas nos fios e continuam provocando interrupções nos meses seguintes, já que a linha, enrolada nos cabos elétricos, se torna condutora de energia quando chove.
CEMIG - junho de 2010
Em 2009, 440 mil consumidores na região metropolitana de Belo Horizonte foram prejudicados por papagaios presos nas linhas de distribuição. Registraram-se 1.997 interrupções no fornecimento de energia provocadas por papagaios, representando 4% do total. Quase dois terços dos desligamentos (1.251) ocorreram exatamente durante o inverno, entre os meses de junho e setembro, atingindo mais de 280 mil consumidores. De janeiro a junho deste ano, já foram contabilizadas mais 700 ocorrências e, como consequência, cerca de 180 mil consumidores ficaram sem energia.
Elektro - agosto 2007
Durante as férias escolares, as incidências de interrupção de energia elétrica causadas por pipas aumentam significativamente. Durante as férias escolares, as incidências de interrupção de energia elétrica causadas por pipas aumentam significativamente. Somente nos meses de janeiro e julho deste ano, foram registrados 810 casos de interrupção de energia causados por pipas na área de concessão da Elektro, contra 401 nos demais meses do ano.
Mais de 416 mil clientes foram prejudicados pelas interrupções de energia elétrica causadas por pipas na área de concessão da Elektro. Entre as cidades com maiores incidências de casos estão Francisco Morato, com 128 desligamentos; Franco da Rocha, 96; Limeira, 68; Guarujá, 54; Rio Claro, 45; e Tatuí, 40.
CELPA -julho 2009
Para se ter uma idéia da gravidade do problema, números da Celpa mostram que, em julho, as incidências de interrupções no fornecimento provocado por pipas são maiores onde há grande concentração de pessoas, o que aumenta em média 47% o número de interrupções, contra o aumento de 27% no mês de junho.
Em junho/2008, a Celpa registrou 476 ocorrências de interrupções causadas por pipas de um total de 1.351 (27%).
E no mês de julho/2008, considerado o período mais crítico, a CELPA registrou 880 ocorrências, de um total de 1.909 (46%).
Neste ano de 2009 já foram registradas 403 interrupções causadas por pipas, dentre as quais 125 aconteceram no mês de junho.
terça-feira, 12 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Eletricidade Industrial – Contato de Selo
Hoje vou postar aqui um tutorial básico sobre comandos elétricos – como montar um contato de selo.
Na eletricidade industrial, um contato de selo é um comando largamente utilizado para fazer com que motores elétricos mantenham seu funcionamento após o usuário pulsar a botoeira que aciona o comando.Lembrando que sempre antes de mexer com energia elétrica, você deve desligar os disjuntores ou fusíveis para que não ocorra nenhum acidente.
Neste tutorial iremos utilizar:
- 1 motor elétrico trifásico
- 1 contator com três contatos principais NA/NO e um contato auxiliar também NA/NO
- 1 botoeira NA/NO
- 1 botoeira NF/NC
Se você ainda não decorou ou já esqueceu o significado de NA, NO, NF ou NC, vamos recapitular:
NA – Normalmente Aberto, ou no inglês, NO – Normally Open;
NC – Normalmente Fechado, ou no inglês, NC – Normally Closed;
Eu descrevi abaixo da forma mais simples possível as ligações do contato de selo:
Na imagem acima, temos dois circuitos: o circuito de potência e o circuito de comando.
O circuito de potência é representado pelos três fios pretos (R, S, T), que entram em L1, L2 e L3 e saem respectivamente em T1, T2 e T3, aonde seguem até a borneira de fechamento no motor.
O circuito de comando envolve os fios azul, laranja e verde.
O fio Azul é o neutro do comando (isso pra um comando em 110V, caso contrário seria a fase 1), que vai para o contato A1 (bobina do contator).
O fio Laranja é a fase do comando, que passa primeiro pela botoeira NF/NC (botoeira vermelha) e segue para a botoeira NA/NC (botoeira verde). Da botoeira verde, ele segue para o contato A2 (bobina do contator).
O fio verde é o “Selo”, ele sai da botoeira NF/NC e vai para o contato auxiliar normalmente aberto.
Para fechar o Selo, interligamos a outra extremidade do contato auxiliar com o contato A2 (bobina do contator).
Ligue os disjuntores e faça o teste. Ao pulsar a botoeira verde, o contator deverá “atracar”, ou seja, entrar em funcionamento contínuo, e ao pressionar a botoeira vermelha, o contator deverá abortar seu funcionamento.
Abraços e até a próxima!
Eletricidade Residencial – Como Instalar um Interruptor Intermediário
Olá pessoal, hoje vamos aprender a fazer a instalação de um interruptor intermediário.
Tal instalação destina-se a controlar uma lâmpada a partir de três ou mais pontos diferentes.
Vamos imaginar a necessidade de uma lâmpada no meio de um corredor, de forma que o usuário possa controlá-la no início, no meio e no final desse corredor. Para isso será necessário utilizar dois interruptores paralelos e umintermediário.
O interruptor intermediário também é conhecido como 4-way (four way), e sua ligação é baseada apenas em pares de retorno.
Em nosso exemplo, serão usados dois pares de retorno para ligar o interruptor intermediário, ou seja, quatro fios de retorno.
Dois retornos virão de um interruptor paralelo e outros dois retornos virão do outro interruptor paralelo.
É possível que, de acordo com a necessidade, o eletricista coloque não apenas três, mas quatro, cinco ou mais pontos de controle (interruptores) da lâmpada. A lógica de ligação será sempre a mesma, desde que sejam acrescentados outros interruptores do tipo INTERMEDIÁRIO.
A ligação do restante da instalação é a mesma para interruptores paralelos, onde em um será ligado o retorno da lâmpada e no outro será ligado o fio fase do circuito.
Abraços e até a próxima.
Só em 1883 surgiu a primeira usina termo elétrica e em 1889 a primeira hidroelétrica, porém isso não fez com que a energia elétrica chegasse nas ruas rapidamente, assim, as casas ascendiam apenas algumas lâmpadas e logo depois vieram os bondes elétricos.
Nos dias de hoje a energia elétrica é muito importante em nossas residências, pois é através dela que podemos assistir televisão, tomar banho quente, iluminar nossas casas e etc.
A energia elétrica pode ser produzida através de diferentes fontes, porém no Brasil ela na maioria das vezes vem das usinas hidrelétricas, que utilizam as quedas d’água dos rios para gerar eletricidade. Depois de produzida, a energia elétrica vai para as cidades através das linhas e torres de transmissão de alta tensão. Essas linhas e torres são aquelas nas estradas, que levam a energia pôr longas distancias.
Quando a eletricidade chega as cidades, ela passa pelos transformadores de tensão nas subestações, que diminuem a voltagem. A partir daí, a energia elétrica segue pela rede de distribuição, onde os fios instalados nos postes levam a energia até a sua rua. Antes de entrar nas casas a energia ainda passa pelos transformadores de distribuição (também instalados nos postes) que rebaixam a voltagem para 127 ou 220 volts. Em seguida ela vai para a caixa do medidor de energia elétrica, o relógio de luz. Ë ele que mede o consumo de energia de cada residência.
Durante todo esse percurso a energia elétrica esta sujeita a interrupções, provocadas por raios, ventos, tempestades, galhos de árvores e etc. São essas coisas que são responsáveis pelas interrupções do fornecimento de energia nas residências.
Fonte: CPFL – Manual do Consumidor – Como Utilizar a Energia Elétrica com Segurança e Sem Desperdício
Como é medido o consumo de energia elétrica?
A energia fornecida a um aparelho depende de sua potência e do tempo que ele fica ligado. Se você mantiver ligado um chuveiro de potência 2800W ou 2,5kW por meia hora, ele utilizará 2,5kW x 1/2h = 1,4kW/h de energia elétrica. A unidade de medida de energia usada pelas companhias fornecedoras de energia é o kWh. 1kWh corresponde ao consumo de um aparelho de potência 1000W (1kW) durante uma hora.
A companhia de energia CPFL cobra R$0,30175 por kWh mais algumas tarifas extras como ICMS.
Instalação elétrica de uma residência:
Na maioria das instalações elétricas de uma residência, entram três fios que vem do poste para a caixa de luz e passam pelo relógio medidor, dois desses fios são chamados de vivos ou fase e o outro é chamado de neutro.
Em seguida, esses fios passam pela chave geral que serve como interruptor de toda a instalação. Da chave geral, saem quatro fios, que se separam em duas chaves, a chave de 110 volts, que tem um fio fase e um fio neutro, e a chave de 220 volts, que tem os dois fios fase.
Assim, se a instalação não tiver três fios não poderá ter chaves de 220volts já que só terá um fio fase e um neutro.
Curto-circuito:
Um aparelho quando ligado, oferece alguma resistência à passagem da corrente elétrica, os fios que fazem essa corrente, se encostados um no outro sem o isolamento plástico, fecham o circuito impedindo que a corrente elétrica passe pelo aparelho, provocando então um curto circuito. Por isso todos os fios são encapados pôr um plástico e nas instalações é sempre mais seguro deixar os fios separados uns dos outros.
Bibliografia:
- Gonçalves Filho, A. e Barolli, E., 1990. “Instalação Elétrica: investigando e aprendendo.” Editora Scipione- São Paulo
- Conta de luz- CPFL
- Murgel Branco, S.,2000. “Energia e Meio Ambiente.” Editora Moderna- São Paulo
- CPFL – Manual do Consumidor. “Como Utilizar a Energia Elétrica com Segurança e Sem Desperdício.”
Autoria: Darlan Teixeira
Extraido do site:http://www.coladaweb.com
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Tutorial – Montando um Carregador de Baterias Caseiro
Construindo seu próprio carregador de baterias
Este carregador é extremamente simples de montar e serve para carregar baterias de 12V. Ele pode ser usado tanto em redes de 110V ou 220V. Por ser um carregador lento ele leva 24 horas para dar carga suficiente para a partida do veículo e até 72 horas para carregar completamente uma bateria padrão 12V/40Ah. Pode-se carregar baterias entre 30Ah e 70Ah. Pelo fato da resistência de uma lâmpada ser sua proteção o dispositivo é extremamente robusto.
Material necessário:
- 1 soquete de lâmpadas de porcelana.
- 1 tomada comum.
- 1 m de cabo 2,5mm, vermelho.
- 1 m de cabo 2,5mm, preto.
- 2 m de cabo parelelo 2,5mm, preto.
- 4 diodos eletrônicos de 1A, recomendado 1N4007(facilmente encontrado em lojas de eletrônica).
- 1 lâmpada incandescente. Para uso em rede 110V ela deve ter 200W de potência. Para uso em rede 220V ela deve ter 100W de potência.
- 1 parafuso para fixar o soquete.
- 2 jacarés de fixação, um preto e um azul.
- 1 base de madeira para fixar o conjunto
Montagem
Monte o carregador conforme a figura abaixo, é simples!!! Tome o cuidado de isolar bem todos os pontos do circuito com fita isolante para evitar acidentes e choques elétricos!
ATENÇÃO: Quem for montar, preste atenção na posição dos diodos!!

Como utilizar o carregador:
Rosqueie a lâmpada, conecte os jacarés nos terminais da bateria e SÓ DEPOIS DISSO, ligue o carregador na tomada. O uso mais eficiente desse carregador, é para baterias de 12V de tensão e entre 30Ah e 70Ah.
O carregador não avisa quando a bateria está com a carga completa, porém não há problema algum, pois quando a bateria está totalmente carregada, o carregador não conseguirá enviar carga para ela. Então não se esqueça: CARGA PARA PARTIDA depois de 24 HORAS, CARGA TOTAL depois de 72 HORAS. Para saber se o carregador está funcionando verifique se a lâmpada piloto está acendendo com um tom bem mais fraco que o normal. Se ela nem sequer acender é porque o carregador não está funcionando. Possível causa: ligação invertida do diodo.
Créditos: CaioSG e RCCGomes
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