Aos 24 anos, no caminho de seu trabalho e lutando pelo seu dia a dia o jovem e simpatico Ruan morre vitimado por uma linha com cerol. Familiares, amigos, gente que tinha seu afeto e carinho choram esta perda numa cidade onde tudo pode, menos o bem estar de seu povo. Um trânsito caótico que desafia o novo prefeito Aluisio Junior, uma empresa de ônibus que faz o que bem quer com o POVO que vive como sardinhas em lata, sufocados por ruas que vivem cheias de carros e motoristas estressados e briguentos. (Jose Milbs editor)
Blog destinado aos amantes da eletricidade, sempre esclarecendo dúvidas de estudantes, profissionais ou Curiosos da área.
sábado, 16 de março de 2013
Pipa mata mais um...
Aos 24 anos, no caminho de seu trabalho e lutando pelo seu dia a dia o jovem e simpatico Ruan morre vitimado por uma linha com cerol. Familiares, amigos, gente que tinha seu afeto e carinho choram esta perda numa cidade onde tudo pode, menos o bem estar de seu povo. Um trânsito caótico que desafia o novo prefeito Aluisio Junior, uma empresa de ônibus que faz o que bem quer com o POVO que vive como sardinhas em lata, sufocados por ruas que vivem cheias de carros e motoristas estressados e briguentos. (Jose Milbs editor)
terça-feira, 5 de março de 2013
Tutorial – Montando um Carregador de Baterias Caseiro
Construindo seu próprio carregador de baterias
Material necessário:
- 1 soquete de lâmpadas de porcelana.
- 1 tomada comum.
- 1 m de cabo 2,5mm, vermelho.
- 1 m de cabo 2,5mm, preto.
- 2 m de cabo parelelo 2,5mm, preto.
- 4 diodos eletrônicos de 1A, recomendado 1N4007(facilmente encontrado em lojas de eletrônica).
- 1 lâmpada incandescente. Para uso em rede 110V ela deve ter 200W de potência. Para uso em rede 220V ela deve ter 100W de potência.
- 1 parafuso para fixar o soquete.
- 2 jacarés de fixação, um preto e um azul.
- 1 base de madeira para fixar o conjunto
Montagem
Como utilizar o carregador:
sábado, 2 de março de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Dimensionamento do condutor de proteção
O dimensionamento do condutor de proteção em uma instalação elétrica de baixa tensão é apresentado na NBR 5410 em duas seções
O leitor pode achar que o dimensionamento é tratado somente na seção 6.4.3 que trata dos condutores de proteção, isto é verdade somente para o esquema de aterramento TT. Para os demais esquemas de aterramentos, inclusive o mais usado que é o TN, este assunto também é tratado na seção 5.1.2.2.4 que trata do seccionamento automático da alimentação para proteção contra choques por contato indireto, ou seja, a proteção supletiva. Portanto o dimensionamento do condutor de proteção PE deve ser feito considerando as duas seções da norma a 5.1.2.2.4 e a 6.4.3.
No caso mais comum que é o uso do esquema TN o dimensionamento do condutor de proteção para atender o critério do seccionamento automático da alimentação é tratado na alínea d da seção 5.1.2.2.4.2. O dimensionamento deve ser realizado para que as características do dispositivo de proteção e a impedância do circuito devam ser tais que, ocorrendo em qualquer ponto uma falta de impedância desprezível entre um condutor de fase e o condutor de proteção ou uma massa, o seccionamento automático se efetue em um tempo no máximo igual ao especificado. A norma considera a prescrição do seccionamento automático da alimentação atendida se a seguinte condição for satisfeita:
Zs . Ia ≤ Uo
onde:
Zs é a impedância, em ohms, do percurso da corrente de falta, composto da fonte, do condutor vivo, até o ponto de ocorrência da falta, e do condutor de proteção, do ponto de ocorrência da falta até a fonte;
Ia é a corrente, em ampères, que assegura a atuação do dispositivo de proteção num tempo no máximo igual ao especificado;
Uo é a tensão nominal, em volts, entre fase e neutro, valor eficaz em corrente alternada.
Veja, Zs é a impedância do percurso da corrente de falta e o condutor de proteção faz parte do percurso da corrente de falta, do ponto de ocorrência da falta até a fonte, logo o dimensionamento do condutor de proteção influencia no atendimento da relação Zs . Ia ≤ Uo.
A segunda seção onde são apresentadas prescrições relativas ao dimensionamento do condutor de proteção é a 6.4.3, que é dedicada às prescrições relativa aos condutores de proteção, mais especificamente na 6.4.3.1 que trata da determinação das seções mínimas destes condutores.
A seção mínima do condutor de proteção é determinada de forma que este condutor seja capaz de suportar os esforços térmicos provocados pela corrente de falta presumida de uma instalação. Para isto a norma apresenta dois caminhos, que o usuário pode escolher:
ü uma fórmula para que a seção mínima seja calculada, apresentada em 6.4.3.1.2, e
ü uma tabela para que a seção seja selecionada, apresentada em 6.4.3.1.3.
A fórmula apresentada pela norma é a seguinte:
onde:
S é a seção do condutor, em milímetros quadrados;
I é o valor eficaz, em ampères, da corrente de falta presumida, considerando falta direta;
t é o tempo de atuação do dispositivo de proteção responsável pelo seccionamento automático, em segundos;
k é um fator que depende do material do condutor de proteção, de sua isolação e outras partes, e das temperaturas inicial e final do condutor. A norma apresenta tabelas que indicam valores de k para diferentes tipos de condutores de proteção.
Caso a aplicação da expressão resulte em seções não padronizadas, devem ser utilizados condutores com a seção padronizada imediatamente superior.
Em alternativa ao método de cálculo de 6.4.3.1.2, a norma apresenta uma tabela para determinação da seção mínima do condutor de proteção, que é a seguinte:
|
Seção dos condutores de fase S mm2 |
Seção mínima do condutor de proteção correspondente mm2 |
|
S ≤ 16 |
S |
|
16 < S ≤ 35 |
16 |
|
S > 35 |
S/2 |
Quando a aplicação da tabela conduzir a seções não padronizadas, devem ser escolhidos condutores com a seção padronizada mais próxima. A tabela acima é válida apenas se o condutor de proteção for constituído do mesmo metal que os condutores de fase.
O mais comum é que os usuários optem por usar a tabela e não a fórmula, para simplificar a determinação da seção mínima. Mas as opções são apresentadas. Aliás, o uso da tabela leva sempre a um valor da seção mínima maior ou igual ao da fórmula, portanto o uso da fórmula poderá baratear a instalação.
Finalmente é importante ressaltar que a norma permite, em duas prescrições (na nota de 5.1.2.2.3.6 e em 6.4.3.1.5), que se use um único condutor de proteção para dois ou mais circuitos, desde que esteja instalado no mesmo conduto que os respectivos condutores de fase, e que seja usada a seção do maior condutor de proteção dos circuitos por ele compartilhado, seja calculado ou seja selecionado na tabela.