Blog destinado aos amantes da eletricidade, sempre esclarecendo dúvidas de estudantes, profissionais ou Curiosos da área.
domingo, 24 de abril de 2011
Instalação Cerca Elétrica...
Com eletricidade não se brinca, toda a instalação elétrica deve ser muito bem feita, a sempre devemos tomar várias precauções até mesmo na instalação para que nenhum acidente ocorra. Por isso trouxemos para você este vídeo que mostra como é feita a instalação de sua cerca elétrica residencial. Mas não arrisque é altamente recomendado que sua cerca elétrica residencial seja instalada por um profissional.
veja o vídeo:
fonte: pikett.com.br
veja o vídeo:
fonte: pikett.com.br
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Eletricidade Atmosférica
História
Foi somente após a descoberta da eletricidade no início do século XVIII, que a natureza elétrica da atmosfera da Terra começou a ser desvendada. Em 1708, William Wall, ao ver uma faísca sair de um pedaço de âmbar carregado eletricamente, observou que ela era parecida com um relâmpago. Na metade do século, após a descoberta das primeiras propriedades elétricas da matéria, tornou-se evidente que os relâmpagos deveriam ser uma forma de eletricidade, associados de alguma maneira com as tempestades.
Benjamin Franklin foi o primeiro a projetar um experimento para tentar provar a natureza elétrica do relâmpago. Em julho de 1750, Franklin propôs que a eletricidade poderia ser drenada de uma nuvem por um mastro metálico. Se o mastro fosse isolado do solo, e um observador aproximasse um fio aterrado, uma faísca saltaria do mastro para o fio quando uma nuvem eletrificada estivesse perto. Se isto ocorresse, estaria provado que as nuvens são eletricamente carregadas e, conseqüentemente, que os relâmpagos também são um fenômeno elétrico. Em maio de 1752, Thomas-François D’Alibard demonstrou que a sugestão de Franklin estava certa. Em junho de 1752, Franklin realizou outro experimento com o mesmo propósito, seu famoso experimento com uma pipa. Ao invés de utilizar um mastro metálico, ele usou uma pipa, desde que ela poderia alcançar maiores altitudes e poderia ser usada em qualquer lugar. Novamente, faíscas saltaram de uma chave colocada na extremidade do fio preso a pipa em direção a sua mão.
Também em 1752, L. G. Lemonnier repetiu o experimento de Franklin com o mastro metálico mas ao invés de aproximar um fio aterrado, colocou um pouco de poeira para ver se ela seria atraída. Ele descobriu que mesmo quando não havia nuvens, situação conhecida como condição de tempo bom, uma fraca eletrificação existia na atmosfera. Ele também encontrou evidências de que tal eletrificação variava da noite para o dia. Em 1775, G. Beccaria confirmou a existência da variação diurna da eletrificação na condição de tempo bom e determinou que a polaridade da carga elétrica na atmosfera nestas condições era positiva e que ela mudava para negativa quando havia tempestades próximas, em concordância com as observações de Franklin.
Em 1779, H. B. Saussure mediu pela primeira vez a carga induzida em um condutor imerso na atmosfera. Seu instrumento, um precursor do eletrômetro, consistia em observar a separação entre duas pequenas esferas suspensas lado a lado por fios finos. Além de confirmar os resultados de Beccaria, Saussure descobriu uma variação anual da eletrificação na condição de tempo bom, bem como uma variação com a altitude. Ele acreditava que elas poderiam ser explicadas assumindo que o ar continha uma carga positiva.
Em 1785, C. A. Coulomb descobriu que o ar é condutor, observando que um objeto condutor isolado quando exposto ao ar, gradualmente perdia sua carga, visto que os gases eram então considerados isolantes. Sua descoberta, entretanto, não foi compreendida na época e acabou sendo esquecida. Em 1804, P. Erman, de modo a explicar as observações de Saussure, sugeriu pela primeira vez que a Terra devia ser carregada negativamente. Em 1842, J. Peltier confirmou esta idéia e sugeriu que a carga no ar deveria ser originária da Terra, a qual por sua vez se tornou carregada durante sua formação. Em 1860, W. Thomson (também conhecido por Lord Kelvin) defendeu a idéia de que cargas positivas deveriam existir na atmosfera para explicar sua eletrificação em tempo bom. Ele foi também, o primeiro a reconhecer a eletrificação da atmosfera como uma manifestação de um campo elétrico.
Em 1885, J. Elster e H. F. Geitel propuseram a primeira teoria para explicar a estrutura elétrica das tempestades. Em 1887, W. Linss chegou aos mesmos resultados obtidos por Coulomb cerca de 100 anos antes e, então, estimou que a Terra perderia quase toda a sua carga para a atmosfera condutora em menos de uma hora, a menos que a fonte de cargas fosse restabelecida. Este fato deu origem ao que se tornou conhecido como problema fundamental da eletricidade atmosférica, isto é, como a carga negativa da Terra é mantida. As primeiras idéias para resolver este problema somente surgiram no século seguinte. Finalmente em 1899, J. Elster e H.F. Geitel descobriram que a radioatividade está presente na atmosfera, estabelecendo uma explicação para a presença de íons na mesma. As próximas descobertas a respeito da eletrificação da atmosfera só surgiram após o desenvolvimento de instrumentos fotográficos e elétricos no século XX.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
NBR 7117 - 1981 - Medição da resistividade do solo
a) Cálculo da resistência de terra;
b) Cálculo das tensões de passo e toque (potenciais perigosos) e de um modo geral, os gradientes de potencial;
c) Determinação dos parâmetros de linhas de transmissão.
1.2 Além do método de medição, são descritas as características principais dos instrumentos necessários e são prescritos cuidados a serem observados durante a medição.
Fonte:http://projetoseletricos.blogspot.com
quarta-feira, 23 de março de 2011
VA ou KW existe diferença??
Ambas são unidades de potência, VA significa volt-ampère e é definida no Sistema Internacional de Unidades (SI) como “Potência aparente de um circuito percorrido por uma corrente alternada senoidal com valor eficaz de 1 ampère, sob uma tensão elétrica com valor eficaz de 1 volt”. Por outro lado, W significa watt e é definida no Sistema Internacional de Unidades (SI) como “Potência desenvolvida quando se realiza, de maneira contínua e uniforme, o trabalho de 1 joule em 1 segundo”.
A potência real (em Watt), também chamada de potência ativa, é igual a potência aparente (em VA) multiplicada pelo Fator de Potência (FP) do circuito. Ou seja, W = VA x FP.
O Fator de Potência de um circuito é um número igual ou menor que 1. Portanto, a potência real, dada em Watt (W), é igual ou menor que a potência aparente, dada em Volt-Ampere (VA), dependendo do Fator de Potência.
Para os circuitos puramente resistivos, uma lâmpada incadescente por
exemplo, o Fator de Potência é igual a 1. Portanto, neste caso a potência em W é igual à potência em VA. O mesmo vale para os circuitos de corrente contínua (DC).
exemplo, o Fator de Potência é igual a 1. Portanto, neste caso a potência em W é igual à potência em VA. O mesmo vale para os circuitos de corrente contínua (DC).
Para circuito mais complexos, com motores de indução ou com capacitores, como computadores por exemplo, o Fator de Potência é normalmente menor do que 1. Nestes casos a potência em W (efetivamente consumida) será menor do que a potência em VA (Aparente).
Por exemplo:
Potência aparente = 1000 VA = 1 kVA
Fator de Potência (FP) = 0,7 (ou 70%)
Então, Potência real = 1000 x 0,7 = 700 W = 0,7 kW
Potência aparente = 1000 VA = 1 kVA
Fator de Potência (FP) = 0,7 (ou 70%)
Então, Potência real = 1000 x 0,7 = 700 W = 0,7 kW
Nota:
1 kVA = 1000 VA
1 kW = 1000 W
1 kVA = 1000 VA
1 kW = 1000 W
Portanto, para converter VA (ou kVA) em Watt, e vice-versa, não existe um fator único de conversão, é preciso conhecer o Fator de Potência do circuito em questão.
FONTE: http://blog.webcalc.com.br
terça-feira, 8 de março de 2011
Esquema de Ligação relé foto-eletrônico...
INSTALAÇÃO:
O Relé Fotoeletrônico deverá ser instalado de tal forma que não receba luz de uma outra fonte ou da própria lâmpada a qual está ligado.
Observar atentamente o esquema de ligação que acompanha o aparelho. Ligação errada poderá fazer com que ele não funcione ou que sofra danos irreparáveis.
A carga ligada ao sensor deverá ser compatível com a tensão da rede local.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
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